Madrugada, 31 de dezembro de 2012.
Moro numa república onde vive uma família: pai, mãe e duas filhas. Das duas meninas, só consigo ver uma; a outra só "conheço" através de uma delas que se comporta de maneira absurdamente incomum ao apontar a irmã e logo em seguida ter ataques violentos, chamando-me de incompetente por não conseguir notá-la em meio à sala. Suponho que a garota seja esquizofrênica.
São anos e anos de convivência e um dia - saturada-, ligo para uma clínica psiquiátrica, para minha surpresa seu quem sou levada, afinal nunca existiu família alguma.
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